sexta-feira, 10 de julho de 2009

Teoria do punho perdido ou uma pequena analogia

Ontem em uma conversa de bar criei a teoria do punho perdido.

Falamos do problema do trânsito nas grandes cidades e como cada vez mais tem pessoas dirigindo mal e fazendo merda por ai e da raiva e vontade de soltar um grande "LAZARENTO FDP" toda vez que alguém faz uma merda. Mas isso poderia apenas gerar mais violência e toda aquelas palhaçadas de pessoas discutindo pela janela do carro.

Deixa eu abrir uma parênteses para falar sobre uma pessoa morfética lazarenta que todos nós temos a nossa volta. Aqui no serviço tem uma menina que sempre está doente, menstruada, fresquinha, é sempre aquela que reclama do ar condicionado, mas está sempre de camiseta, regula o relacionamento de todo mundo, responde a perguntas mesmo quando elas não foram feitas à ela, o serviço dela é o que sempre está atrasado e acumulado, mesmo com todo mundo concordando que é o serviço dela o mais fácil, ou seja ela é a lazarenta padrão.

Considerando o trânsito ou qualquer outra fonte de lazarentos que lhe irritam (até mesmo a velha do serviço) nasceu a teoria do punho perdido que consiste em você não revidar no momento que stress chega no topo, nesse momento utilizamos a técnica da respiração profunda, no outro dia de cabeça fria você chega na morfética lazarenta da sua vida e solta um soco ou um pedala ou qualquer forma de agressão que faça ela ficar zonza sem saber de onde veio, em seguida vire as costas e continue fazendo o quer que seja que você estava fazendo antes do "desabafo" e finge que você não tem nada haver com aquela situação "perdida" e que ninguém sabe de onde veio.

Com isso, neste momento você estará aplicando o punho perdido ou exercendo uma pequena analogia à bala perdida.

Faça isso e melhore a sua vida e das pessoas que estão do seu lado.

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