segunda-feira, 13 de julho de 2009

PUTAAAAAAA QUEEE PARRRRRRIUUUUUUU

Falar palavrões pode ajudar a diminuir a sensação de dor física, segundo um estudo da Escola de Psicologia da Universidade de Keele, na Inglaterra, publicado pela revista especializada NeuroReport.

No estudo, liderado pelo psicólogo Richard Stephens, 64 voluntários colocaram suas mãos em baldes de água cheios de gelo, enquanto falavam um palavrão escolhido por eles.

Em seguida, os mesmos voluntários deveriam repetir a experiência, mas em vez de dizer palavrões, deveriam escolher uma palavra normalmente usada para descrever uma mesa.
Enquanto falavam palavrões, os voluntários suportaram a dor por 40 segundos a mais, em média. Seu relato também demonstrou que eles sentiram menos dor enquanto falavam palavrões.

O batimento cardíaco dos voluntários também foi medido durante a experiência e se mostrou mais acelerado quando eles falavam palavrões.

Os cientistas acreditam que o aumento do ritmo de batimentos cardíacos pode indicar um aumento da agressividade, que, por sua vez, diminuiria a sensação de dor.

Para os cientistas, no passado isso teria sido útil para que nossos ancestrais, em situação de risco, suportassem mais a dor para fugir ou lutar contra um possível agressor.

O que está claro é que falar palavrões provoca não apenas uma resposta emocional, mas também uma resposta física, o que pode explicar por que a prática de falar palavrões existe há séculos e persiste até hoje, afirma o estudo.

"(A prática de) Falar palavrões existe há séculos e é quase um fenômeno linguístico humano universal", diz Stephens.

"Ela mexe com o centro emocional do cérebro e parece crescer no lado direito do cérebro, enquanto que a maior parte da produção linguística ocorre do lado esquerdo. Nossa pesquisa mostra uma razão potencial para o surgimento dos palavrões, e porque eles persistem até hoje."
Um estudo anterior, da Universidade de Norwich, mostrou que o uso de palavrões ajuda a diminuir o estresse no ambiente de trabalho.

FONTE: BBC BRASIL

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Teoria do punho perdido ou uma pequena analogia

Ontem em uma conversa de bar criei a teoria do punho perdido.

Falamos do problema do trânsito nas grandes cidades e como cada vez mais tem pessoas dirigindo mal e fazendo merda por ai e da raiva e vontade de soltar um grande "LAZARENTO FDP" toda vez que alguém faz uma merda. Mas isso poderia apenas gerar mais violência e toda aquelas palhaçadas de pessoas discutindo pela janela do carro.

Deixa eu abrir uma parênteses para falar sobre uma pessoa morfética lazarenta que todos nós temos a nossa volta. Aqui no serviço tem uma menina que sempre está doente, menstruada, fresquinha, é sempre aquela que reclama do ar condicionado, mas está sempre de camiseta, regula o relacionamento de todo mundo, responde a perguntas mesmo quando elas não foram feitas à ela, o serviço dela é o que sempre está atrasado e acumulado, mesmo com todo mundo concordando que é o serviço dela o mais fácil, ou seja ela é a lazarenta padrão.

Considerando o trânsito ou qualquer outra fonte de lazarentos que lhe irritam (até mesmo a velha do serviço) nasceu a teoria do punho perdido que consiste em você não revidar no momento que stress chega no topo, nesse momento utilizamos a técnica da respiração profunda, no outro dia de cabeça fria você chega na morfética lazarenta da sua vida e solta um soco ou um pedala ou qualquer forma de agressão que faça ela ficar zonza sem saber de onde veio, em seguida vire as costas e continue fazendo o quer que seja que você estava fazendo antes do "desabafo" e finge que você não tem nada haver com aquela situação "perdida" e que ninguém sabe de onde veio.

Com isso, neste momento você estará aplicando o punho perdido ou exercendo uma pequena analogia à bala perdida.

Faça isso e melhore a sua vida e das pessoas que estão do seu lado.

Uma nova era

"Foi um choque pra mim. Depois do Michael Jackson e do namorado do Ronaldo, agora é o GeoCities que se vai. 2009 não tem sido bom."

Renato Thibes - Registro Dissonante