segunda-feira, 12 de março de 2012

Quem faz seu nome é você!!!


Tá, tudo bem, são escolhas dos nossos pais, alias algumas não são nem um pouco assertivas. No entanto cada um pode traçar e criar sua própria denominação, Clodoaldo combina com vencedor de maratonas, Zé com o açougueiro, George vai ser um médico e Beethoven vai sempre lembrar música!

Tem os nomes comuns que se encaixam em qualquer situação e ambiente, tudo bem, são pessoas mais versáteis, mas se o nome acaba trazendo características da nossa personalidade é melhor não ficar na média.

Para aquela galera que tem pais criativos, o jeito é traça um caminho mais diferenciado e marcar seu nome por descobertas e realizações, porque se ficar na média vai ser zuado o resto da vida.

Nosso filhote já tem seu nome, vai se chama Benjamin. Quem sabe vira o próximo presidente, um grande empresário ou vencedor de algum Nobel? Seja lá o que for e como ele vai traçar seu caminho para ser lembrado, vamos educá-lo sempre para ser o melhor no que for fazer, ter paixão, fazer as coisas como amor...


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Uma analogia simplesmente brilhante...



No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro:

- Você acredita na vida após o nascimento?
- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: a vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.

- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
- Bem, mas às vezes, quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela…

Algum tempo depois...

Já se passaram 5 meses e enem postei nada mais sobre como andam as coisas com a grande abobora (momento Charlie Brown)...

De qualquer maneira as coisas estão caminhando bem, exames mensais, algumas ultrasonografias, exames de sangue, mudanças de Gino, apesar de confirmarmos muito no medico que fez o meu parto e estava acompanhando a nossa gravidez, alguns lapso de esquecimento e perguntas repetidas nos fizeram ir a procura do Dr. House, médico de meia idade, ex-diretor de hospital, meio bruto, cheio de si, autoconfiante, tudo que lembre o Dr. House, incluindo que curtir um blues e jazz... então ficamos com ele!

A procura de um curso para gestante e novos pais... mas aqui em BH e essa merda de Unimed tá ferrando a parada!
 
Próximo post sobre a guerra dos nomes!!

domingo, 27 de novembro de 2011

D'oh! Ou o grande plano



Putz, a gente tinha conversado que iria esperar!!! Como assim, gravida? O frango não veio esse mês? Ahhh!!! Depois a gente se fala!

Liguei novamente, antes mesmo de desligar a primeira ligação. De farmácia? Passa lá em casa e pedi a Sarah para ir ao laboratório com você e já marca consulta com o Dr. George. Imagino que os parabéns seja uma das coisas que você queira ouvir né? Estou feliz, mas essa notícia antes das 10 da manhã vai me atordoar o dia inteiro.

Essa foi a nossa primeira conversa e reações, eu tenso de um lado da linha e ela chorando de felicidade do outro, resultando de exame de sangue? Só no outro dia!!!

A noite busquei ela no serviço, abraços, sorrisinhos, uma lagriminha quase se jogando pelo canto do olho. Um exame de farmácia e o outro de sangue (ainda sem resultado), não eram o suficientes e então resolvemos mandar mais um de farmácia, na verdade eu pedi, não estava no primeiro e estava me sentido meio enganado - rs rs. Depois de duas farmácias, foi xixi no potinho e palitinho no xixi e esperar pelos 5 minutos mais ansiosos de nossas vidas, mas não foram precisos, menos de 1 minuto depois os 2 risquinhos rosas já indicavam a primeira previsão. 

Para todo mundo já estava certo sobre a gravidez, telefonemas e felicitações o tempo todo, eu me perguntava como todo mundo já tava sabendo e ai pensei, minha mãe e minha irmã gostam de uma boa conversa... Somente eu e minha sogra ainda esperávamos o resultado do teste de sangue... para aumentar a ansiedade ele ainda atrasou para ser liberado na internet umas 4 horas. Seria muito mais fácil para todo mundo se os resultados fossem expressos assim:

: ) PARABÉNS VOCÊS SÃO OS NOVOS PAIS DO PEDAÇO!

:( DESCULPE NÃO FOI DESTA VEZ!

Mas  não, arrumaram uma codificação maluca e faixas de números para tentar lhe dar uma previsão de a quantas semanas as coisas andam... nessas horas todo mundo só quer saber se sim ou se não.... Bem de qualquer maneira eu acho que aquele número não deveria ser tal grande!!! 

Pronto estamos grávidos!
E eu já me sinto pai!

Daqui para frente é só alegria!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Como sobreviver a uma queda de avião!


A questão não é SE mas QUANDO teremos um ataque de zumbis morto-vivos e se esse pandemonium acontecerá antes ou depois da revolta dos robôs, tomados uma uma inteligência artificial malévola (check: Terminator). Se tudo isso te parece enredo de filme ruim do Michael Bay produzido pelo Jerry Buckheimer, vamos apelar para o medo REAL de todo e qualquer ser humano que saiba o que é perigo.

Ao contrário do que diz Obama, você corre mais risco de morrer de devido à queda de um avião do que em um ataque terrorista (a não ser que ele concilie as duas coisas, como a história já provou que é possível, check 9/11).

Pensando na sua segurança e na manutenção de page views deste blog, segue abaixo um roteiro de como sobreviver à uma queda de avião, desde a prevenção até se manter atento à sinais de que a gravidade está falando mais forte que as turbinas.

Estatísticas do governo ( não do nosso, mas do americano) dizem que 19 em 20 pessoas, em média, sobrevivem à uma queda de avião. Suas chances são de mais de 95% para a sobrevivência. O importante é somar aqui alguns comportamentos que possam garantir que você esteja na maioria e não no lado infeliz da porcentagem. Mas, vale a pena reforçar, são apenas dicas e não venha me processar caso você morra.

Dicas:

- Use sapatos confortáveis. Isso exclui aquelas suas Havaianas. Por mais que elas estejam na moda na Europa, não são muito boas para correr de um avião em chamas, certo? Não exponha seus pezinhos ao perigo. Eles podem se cortar caso você caia na Floresta Amazônica (ou o que resta dela). Calças longas e mangas compridas são uma boa pedida. Elas vão proteger a sua pele do fogo, pelo menos por um tempo, e do frio, caso você caia em alguma calota polar.

- Tenha sempre um plano de fuga. Observe a saída e trace possíveis rotas para alcançar a porta. Não meça esforços. Veja a quantidade de gordinhos no caminho, velhinhos ou demais pessoas que se movem devagar. Numa hora de pânico, ninguém se manterá a direita deixando a esquerda livre pra circulação. Saiba que quando a hora surgir, pode ser necessário fazer sua ética cair por terra e acotovelar alguns seres humanos pelo caminho. Uma dica é mentalizar que você está preservando a espécie e agindo por puro instinto. Se você sobreviver, ninguém irá te julgar e talvez role uma indenização (=$$). Fique sempre perto das portas, entre as 7 primeiras filas.

- Apesar dos barulhos do seu companheiro de poltrona, pequenas turbulências e sono, leia atentamente as indicações de segurança do avião. Ela faz a diferença entre aqueles que caíram no mar por não prenderem o sinto e aqueles que caíram na ilha deLost. Alguns morreram depois, por razões inexplicáveis, mas tudo bem. Conte o número de assentos a percorrer até cada saída do avião. Desse modo, se houver fumaça, você já sabe qual é a mais próxima. Use o cinto de segurança e pratique por pelo menos 6 vezes o ator de abrir e fechá-lo. Aja como se tivesse TOC e ninguém vai perguntar nada. Repita o processo com os olhos fechados, só pra garantir.

- Ok, as coisas podem ficar bem feias quando um grande pedaço de metal pega fogo nos ares ou começa a cair indiscriminadamente (e quem cai com foco?). Ouça as comissárias de vôo, de bordo, ou qualquer mulher uniformizada que fale separando as sílabas corretamente e fingindo tranqüilidade. Elas sabem o que fazer, foram treinadas para isso e ganharão milhas quanto maior for o número de sobreviventes da tragédia. Continue calmo e prepare-se para um possível choque. Sente-se confortavelmente, com os braços cruzados e as pernas entre os braços. Reduza o espaço que sua cabeça possa girar em caso de uma aterrisagem. Isso ajuda a sua dor de cabeça a ser menor ou, no pior dos casos, torna a identificação do seu corpo um pouco mais fácil. Se a máscara de oxigênio cair, use-a. Não tenha medo de parecer bobo. As cores não são as melhores, eu sei, e o ar pode não cheirar tão bem, mas podem ser seus últimos segundos de vida, então, dê uma ajuda ao destino e respire fundo.

- Quando o avião cair, segure-se forte ao seu assento. Mantenha-se abaixado caso haja fumaça e corra para a saída mais próxima. Não seja o idiota que se atrasa e atrasa todo mundo ao tentar pegar a bagagem de mão! Perceba: o avião caiu e não há nada mais importante do que preservar o seu corpinho intacto. Abra a porta. Caso haja alguma danificação na lateral do avião, observe se é uma boa e possível saída. Caso seja uma distância muito alta, penseo: o que é pior, quebrar as duas pernas ou morrer queimado e sufocado? Pule.

Ao sair do avião, você ainda não está a salvo. A questão agora é agilidade. Fique a distância do avião. Corra, se arraste, saia de perto. Ele pode explodir. Segundo estatísticas confiáveis, mais gente morre pela explosão do que pela queda. Apesar de distante, não saia para muito longe da zona da queda. Isso pode dificultar a busca por você/seu corpo.

Fim.

Caso você sobreviva, escreva um livro ou pelo menos um post em um blog sobre o assunto. Se cair em uma ilha esquisita, cuidado com Os Outros. Se cair no meio do ártico com outras pessoas, por favor, nunca coma os seus companheiros, mesmo que haja falta de comida. É extremamente anti-ético.

Original de Blog das 30 pessoas

segunda-feira, 13 de julho de 2009

PUTAAAAAAA QUEEE PARRRRRRIUUUUUUU

Falar palavrões pode ajudar a diminuir a sensação de dor física, segundo um estudo da Escola de Psicologia da Universidade de Keele, na Inglaterra, publicado pela revista especializada NeuroReport.

No estudo, liderado pelo psicólogo Richard Stephens, 64 voluntários colocaram suas mãos em baldes de água cheios de gelo, enquanto falavam um palavrão escolhido por eles.

Em seguida, os mesmos voluntários deveriam repetir a experiência, mas em vez de dizer palavrões, deveriam escolher uma palavra normalmente usada para descrever uma mesa.
Enquanto falavam palavrões, os voluntários suportaram a dor por 40 segundos a mais, em média. Seu relato também demonstrou que eles sentiram menos dor enquanto falavam palavrões.

O batimento cardíaco dos voluntários também foi medido durante a experiência e se mostrou mais acelerado quando eles falavam palavrões.

Os cientistas acreditam que o aumento do ritmo de batimentos cardíacos pode indicar um aumento da agressividade, que, por sua vez, diminuiria a sensação de dor.

Para os cientistas, no passado isso teria sido útil para que nossos ancestrais, em situação de risco, suportassem mais a dor para fugir ou lutar contra um possível agressor.

O que está claro é que falar palavrões provoca não apenas uma resposta emocional, mas também uma resposta física, o que pode explicar por que a prática de falar palavrões existe há séculos e persiste até hoje, afirma o estudo.

"(A prática de) Falar palavrões existe há séculos e é quase um fenômeno linguístico humano universal", diz Stephens.

"Ela mexe com o centro emocional do cérebro e parece crescer no lado direito do cérebro, enquanto que a maior parte da produção linguística ocorre do lado esquerdo. Nossa pesquisa mostra uma razão potencial para o surgimento dos palavrões, e porque eles persistem até hoje."
Um estudo anterior, da Universidade de Norwich, mostrou que o uso de palavrões ajuda a diminuir o estresse no ambiente de trabalho.

FONTE: BBC BRASIL

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Teoria do punho perdido ou uma pequena analogia

Ontem em uma conversa de bar criei a teoria do punho perdido.

Falamos do problema do trânsito nas grandes cidades e como cada vez mais tem pessoas dirigindo mal e fazendo merda por ai e da raiva e vontade de soltar um grande "LAZARENTO FDP" toda vez que alguém faz uma merda. Mas isso poderia apenas gerar mais violência e toda aquelas palhaçadas de pessoas discutindo pela janela do carro.

Deixa eu abrir uma parênteses para falar sobre uma pessoa morfética lazarenta que todos nós temos a nossa volta. Aqui no serviço tem uma menina que sempre está doente, menstruada, fresquinha, é sempre aquela que reclama do ar condicionado, mas está sempre de camiseta, regula o relacionamento de todo mundo, responde a perguntas mesmo quando elas não foram feitas à ela, o serviço dela é o que sempre está atrasado e acumulado, mesmo com todo mundo concordando que é o serviço dela o mais fácil, ou seja ela é a lazarenta padrão.

Considerando o trânsito ou qualquer outra fonte de lazarentos que lhe irritam (até mesmo a velha do serviço) nasceu a teoria do punho perdido que consiste em você não revidar no momento que stress chega no topo, nesse momento utilizamos a técnica da respiração profunda, no outro dia de cabeça fria você chega na morfética lazarenta da sua vida e solta um soco ou um pedala ou qualquer forma de agressão que faça ela ficar zonza sem saber de onde veio, em seguida vire as costas e continue fazendo o quer que seja que você estava fazendo antes do "desabafo" e finge que você não tem nada haver com aquela situação "perdida" e que ninguém sabe de onde veio.

Com isso, neste momento você estará aplicando o punho perdido ou exercendo uma pequena analogia à bala perdida.

Faça isso e melhore a sua vida e das pessoas que estão do seu lado.