quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Uma analogia simplesmente brilhante...



No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro:

- Você acredita na vida após o nascimento?
- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: a vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.

- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
- Bem, mas às vezes, quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela…

Algum tempo depois...

Já se passaram 5 meses e enem postei nada mais sobre como andam as coisas com a grande abobora (momento Charlie Brown)...

De qualquer maneira as coisas estão caminhando bem, exames mensais, algumas ultrasonografias, exames de sangue, mudanças de Gino, apesar de confirmarmos muito no medico que fez o meu parto e estava acompanhando a nossa gravidez, alguns lapso de esquecimento e perguntas repetidas nos fizeram ir a procura do Dr. House, médico de meia idade, ex-diretor de hospital, meio bruto, cheio de si, autoconfiante, tudo que lembre o Dr. House, incluindo que curtir um blues e jazz... então ficamos com ele!

A procura de um curso para gestante e novos pais... mas aqui em BH e essa merda de Unimed tá ferrando a parada!
 
Próximo post sobre a guerra dos nomes!!